Desvendando as implicações legais do uso de Inteligência Artificial pelas Pequenas e Médias Empresas

Autores

  • Felipe Gullo
  • Bruno Prima DA CUNHA
  • Emília Garcez

Palavras-chave:

Desvendando as implicações, legais, Inteligência Artificial, Pequenas e Médias Empresas

Resumo

Será que a Inteligência Artificial será o marco “divisor de águas” entre as Pequenas e Médias empresas (“PMEs”)? Intensificando as interações de concorrência mercadológica e alcançando um melhor resultado em termos de eficiência e redução de custos?  

 

Bom, para que se possa responder essa pergunta de forma responsável e identificar se o Pequeno ou Médio Empresário realmente tem a necessidade de se atualizar e integrar o seu negócio com a Inteligência Artificial, passa-se a aprofundar o tema, destacando alguns pontos cruciais. 

 

Em primeiro lugar, por que tanto se fala em Inteligência Artificial hoje em dia?

 

 De fato, a Inteligência Artificial (IA) é uma tecnologia que tem se mostrado cada vez mais presente em nosso cotidiano, trazendo inúmeras vantagens e benefícios, tais como: (i) Automação de tarefas rotineiras e repetitivas; (ii) Tomada de decisão aprimorada / análise de grandes volumes de dados e gerar soluções automáticas; (iii) Atendimento ao cliente aprimorado, os chamados “Chatbots” e assistentes virtuais, com respostas inteligentes em 24hrs por dia, 7 dias por semana; (iv) Otimização de processos; (v) Personalização e segmentação de marketing e (vi) Detecção de fraudes e segurança aprimorada. 

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Biografia do Autor

Felipe Gullo

Mestre em Direito da Regulação pela FGV Direito Rio. Graduado pela UFRJ. Membro da Comissão Especial de Direito da Pequena e Média Empresa (CDPME). Procurador da Associação das Micros e Pequenas Empresas do Rio de Janeiro (AMPE-RIO).

Bruno Prima DA CUNHA

Especialista em Direito Empresarial e em Falências e Recuperação de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas – Rio (FGV-Rio). Pós-Graduado em Direito Processual Civil (latu sensu) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Graduado pela Universidade Cândido Mendes (UCAM). Advogado. Membro da Comissão de Direito Empresarial da OAB/RJ. Membro da Comissão Especial da Pequena e Média Empresa da OAB/RJ (CDPME). Sócio do escritório TEIXEIRA PRIMA & BUTLER ADVOGADOS.

Emília Garcez

Pós-graduada em Direito Privado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com extensão em Direito Empresarial pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e LL.M em Direito Empresarial pela FGV-Rio. É sócia-fundadora do escritório Emília Garcez Advocacia Empresarial. Idealizadora do projeto Empresa Positiva. Mentora do Startup Rio. Empreendedora na área de tecnologia, especialmente, NFT. Presidente da Comissão de Direito da Pequena e Média Empresa da OAB-RJ. Diretora de Apoio à Advocacia da OAB-RJ. Conselheira efetiva da OAB-RJ. Conselheira do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro - Câmara Setorial de Tecnologia.

Referências

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) - Lei nº 13.709/2018: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Lei/L13709.htm

Resolução nº 01/2019 da ANPD, que estabelece as diretrizes para a implementação da LGPD: https://www.gov.br/anpd/pt-br/assuntos/autoridade-nacional/produtos-e-servicos/resolucoes-e-pareceres/resolucao-n-1-de-2019-dou-23-05-2019.pdf

Parecer nº 13/2019 da ANPD, que trata da necessidade de consentimento específico para o uso de dados pessoais sensíveis em ferramentas de IA: https://www.gov.br/anpd/pt-br/assuntos/autoridade-nacional/produtos-e-servicos/resolucoes-e-pareceres/parecer-n-13-2019.pdf

Parecer nº 02/2020 da ANPD, que trata da transparência e explicabilidade em relação ao uso de algoritmos de IA: https://www.gov.br/anpd/pt-br/assuntos/autoridade-nacional/produtos-e-servicos/resolucoes-e-pareceres/parecer-n-02-2020.pdf

Parecer nº 04/2020 da ANPD, que trata da responsabilidade civil em relação ao uso de algoritmos de IA: https://www.gov.br/anpd/pt-br/assuntos/autoridade-nacional/produtos-e-servicos/resolucoes-e-pareceres/parecer-n-4-2020.pdf

Jurisprudências e doutrinas de direito digital e proteção de dados pessoais, como os estudos de Daniel A. Arbix (https://danielarbix.jusbrasil.com.br/), Renato Opice Blum (https://www.opiceblum.com.br/), Fabrício Mota Alves (https://www.fabriciomota.com/) e Nádia de Araújo (https://www.nadiadearaujo.com.br/).

Artigos e publicações de organizações especializadas em direito digital e proteção de dados pessoais, como o portal JOTA (https://www.jota.info/), o site do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio) (https://itsrio.org/) e o blog da Data Privacy Brasil (https://dataprivacy.com.br/blog/).

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Publicado

16.12.2025

Como Citar

Felipe Gullo, DA CUNHA, B. P., & Emília Garcez. (2025). Desvendando as implicações legais do uso de Inteligência Artificial pelas Pequenas e Médias Empresas. Revista Eletrônica Da OAB-RJ. Recuperado de https://revistaeletronicaoabrj.emnuvens.com.br/revista/article/view/801