O BIOPODER E A VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA.

Autores

  • Andréa Gomes Salgado
  • Andrea M. Iannelli
  • Andressa Salgado de Queiroz

Palavras-chave:

Biopoder, Violência Psicológica, Violência Simbólica, Habitus, Autonomia Institucional

Resumo

Esta pesquisa investiga o conhecimento informacional, reconhecimento e vitimização sobre bullying, cyberbullying, alienação parental, assédio moral, assédio sexual, violência psicológica e doméstica, visando autonomia institucional. Sob biopoder, habitus e violência simbólica, analisa-se como a regulação sutil de afetos naturaliza opressões, dificultando o amparo jurídico e a percepção da violação. O estudo quantitativo de 2025, via Google Forms, com 178 e 138 participantes, atestou que o saber conceitual convive com a descrença e o ceticismo institucional. Romper a invisibilidade demanda enfrentar normas sociais que camuflam o abuso. Consolidar a dignidade humana requer transformar a proteção em prática compartilhada pela nossa sociedade.

Abstract: This research investigates informational knowledge, recognition, and victimization regarding bullying, cyberbullying, parental alienation, moral harassment, sexual harassment, psychological and domestic violence, aiming for institutional autonomy. Under the framework of biopower, habitus, and symbolic violence, it analyzes how the subtle regulation of affects naturalizes oppression, hindering legal protection and the perception of violation. The quantitative study of 2025, via Google Forms, with 178 and 138 participants, confirmed that conceptual knowledge coexists with institutional disbelief and skepticism. Breaking through invisibility demands confronting social norms that camouflage abuse. Consolidating human dignity requires transforming protection into a practice shared by our society.

KEYWORDS: Biopower; Psychological Violence; Symbolic Violence; Habitus; Institutional Autonomy.

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Biografia do Autor

Andréa Gomes Salgado

Graduada em Licenciatura Plena em História pela Uniabeu, Professora de História da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, Graduanda em Bacharel em Direito na Unigranrio/Afya. Email: Andreagomessalgado@gmail.com. ORCID: 0009-0004-4487-9245

Andrea M. Iannelli

Assistente social PUC/RJ, mestre e doutora pela Fiocruz; com especialização em Direito da Criança e do Adolescente UERJ. Graduanda em Bacharel em Direito na Unigranrio/Afya. Email:andreaiannelli2014@gmail.com

Andressa Salgado de Queiroz

Graduada em Biomedicina pela Universidade Estácio de Sá e Graduanda em bacharel em química pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro. Mestranda em Metrologia e Tecnologia pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia. Email: Andressasdqueiroz@gmail.com. ORCID: 0009-0008-5106-8837

Referências

BOURDIEU, Pierre. A Dominação Masculina . Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. BOURDIEU, Pierre. O Poder Simbólico . Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. BRASIL. Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 . Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Brasília: Presidência da República, 2006. BRASIL. Lei nº 14.132, de 31 de março de 2021 . Tipifica o crime de perseguição e altera o Código Penal. Brasília: Presidência da República, 2021. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024 . São Paulo: FBSP, 2024. FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I : A Vontade de Saber. Rio de Janeiro: Graal, 1979. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Atlas da Violência 2023 . Brasília: IPEA; FBSP, 2023. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Relatório Mundial sobre Violência e Saúde . Genebra: OMS, 2023.

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Publicado

07-07-2026

Como Citar

OAB-RJ, R., OAB-RJ, R., & OAB-RJ, R. (2026). O BIOPODER E A VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA. Revista Eletrônica Da OAB-RJ. Recuperado de https://revistaeletronicaoabrj.emnuvens.com.br/revista/article/view/915