MATERNIDADE ATÍPICA

DA LUTA PELO DIAGNÓSTICO ÀS ANGÚSTIAS DA CURATELA E A NECESSIDADE DE CUIDAR DE SI PARA CUIDAR DE QUEM SE AMA

Autores

  • Leticia Pinheiro Machado de Carvalho

Palavras-chave:

Maternidade, Autismo, Direitos, Amor, Auto-cuidado

Resumo

O presente artigo pretende falar sobre a maternidade atípica através da perspectiva de uma advogada atuante em ações de curatela desde 2018 e que apesar de não ser mãe ou ter alguma pessoa com transtorno do espectro autista (TEA) em sua família, ao ter contato, a partir da prática profissional, com os desafios diários que permeiam o universo das famílias atípicas, constatou a necessidade de compartilhar conhecimento a fim de que um número cada vez maior de pessoas possa compreender que todos vivemos num mesmo universo e que informação, amor e respeito é o que basta para incluir e garantir direitos e vida digna para todos os membros da sociedade.

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Biografia do Autor

Leticia Pinheiro Machado de Carvalho

Advogada autônoma; Graduada em Direito pela Universidade Gama Filho (2008-2012); Pós-graduada em Direito das Pessoas Vulneráveis pela I9 Educação; Pós-graduanda em Direito Empresarial pela Faculdade Mar Atlântico; Advogada membro da Comissão de Combate à Violência Contra a Mulher da OABRJ - GT de combate à violência contra a mulher com deficiência; leticia.pinheiro.mc@gmail.com; (21) 97191-3558.

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Publicado

20.07.2026

Como Citar

OAB-RJ, R. (2026). MATERNIDADE ATÍPICA: DA LUTA PELO DIAGNÓSTICO ÀS ANGÚSTIAS DA CURATELA E A NECESSIDADE DE CUIDAR DE SI PARA CUIDAR DE QUEM SE AMA. Revista Eletrônica Da OAB-RJ. Recuperado de https://revistaeletronicaoabrj.emnuvens.com.br/revista/article/view/926