O RODÍZIO DE ELÉTRONS
CURTAILMENT, FALHA ESTATAL E O REEQUILÍBRIO JURÍDICO NA ERA DAS RENOVÁVEIS
Palavras-chave:
Curtailment; constrained‑off, responsabilidade civil, risco regulatório, CP 45/2019, álea ordinária, álea administrativa/sistêmicaResumo
O artigo examina o curtailment (constrained‑off) à luz do Direito Regulatório e da responsabilidade civil do Estado e de delegatários, distinguindo álea ordinária (risco empresarial do gerador) de álea administrativa/sistêmica, como falhas de planejamento e restrições de rede. A análise parte do marco regulatório vigente, que definem conceitos, classificações, indisponibilidade externa, confiabilidade elétrica e razão energética, e parâmetros de compensação, ainda com franquias e limites, notadamente para eventos de indisponibilidade externa; a metodologia transitória para solares permanece em discussão técnica e recontabilização.
Conclui-se que a correta alocação jurídica de riscos depende de regras operativas auditáveis, critérios transparentes de corte e rateio e governança de dados de modo a reduzir litigiosidade, resguardar a confiança legítima e assegurar o equilíbrio econômico‑financeiro dos contratos de longo prazo.
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Referências
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